quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Pegando um falso santo

Tinha um chupim mesmo, aquele do tipo que só chegar perto murcha a gente...
Contando que queria revolucionar o mundo, ajudar as pessoas etc.
Sinceramente, o pior que eu gosto do cara e quero realmente a pessoa melhore, mas acho difícil.

Bom vamos lá vou escrever a minha experiência.


Desde que entrei numa empresa X para trabalhar o dito cujo grudou no meu pé, forçando mesmo a barra para almoçar, etc. Mesmo as pessoas falando mal do cara, eu não gosto de pré-conceitos e sim fui almoçar e tentar ter um relacionamento profissional.
Com o tempo entre idas e vindas, percebemos que tanto profissionalmente como pessoalmente ambos tínhamos dificuldade de se expressar.

A pessoa sempre falando que quero ser seu amigo, só gosto de verdade etc.
Muito difícil o relacionamento e sim muitas vezes seria muito mais fácil ignorar a pessoa. Mas eu realmente não desisto e o que importa é o trabalho que a pessoa faz.

No fim das contas eu realmente não conheço a pessoa e procuro saber somente as informações que a pessoa me passa pois respeito a privacidade dela.
Fui me desenvolvendo a pessoa querendo me envolver em atividade extra profissionais, e eu sempre negando...

Não fazendo etc...
Então um belo dia, cheguei, "Velho se vc é realmente bonzinho, pq não abdica do lucro e faz com q teu cliente doe grana para uma instuição de caridade Y "...

Se queimar comigo é fácil, dar o calote, mas se queimar com uma instuição é outro esquema.

Então, do nada ele disse "Não é um relação comercial e isto não é bom para mim"

:-)  Percebe.. quer fazer filantropia, não faça de graça, faça com que a empresa que quer você faça trabalho filantrópico, se comprometa com alguém que precise se não... "Cobre, mas tenha empresa registrada, com nota e claro autorização da sua empresa para se exercer esta atividade"

Falso santo? Desonesto?

Não, o capitalismo justo existe? Sinceramente eu gosto muito de conversar com esta pessoa, pois realmente a sedução em suas ações fazem realmente com que minhas convicções se sedimentem.

Afinas de contas amizade não se aplica a negócios mas sim ver a felicidade pessoal da pessoa.


Este amigo vai casar em breve, consigo hoje classificar o quanto arriscado possa ser esta amizade, mas no fim das contas acredito que eu me importe com esta pessoa, afinal de contas, o mal existe, mas só é mal porque existe o bem.

Sou bom? Sou ruim, não sei, eu realmente gosto do que é certo e justo.

Acredito que aquilo foi um teste como tantos outros que viram,

Mas eu me pergunto porque? Será se não é óbvio de mais existem pessoas que são e outras que parecem ser algo?

Eu tive que houve uma pessoa de muito longe reafirmar algumas coisas para eu saber e reconhecer.

Leia OSHO se vc quiser, realmente é muito bom.


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